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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

VIAJEM A ABDON BATISTA .

No Rio costumo levantar às 5 hs.
Aqui também mantive meu habito de madrugador.
Levantei e fui tratar os animais. Foi uma volta ao passado.
Esta é a propriedade do meu primo Elói; um perfeito paraíso, onde a vida passa devagar .
Acordar com o canto da Siriema, não tem preço. 
Curucacas, tirivas, papagaios e bandos de andorinhas sobrevoavam anunciando o raiar de um novo dia.


Galo pegando carona e catando milhos sobre o carneiro.

Esta é uma foto do nosso tempo de colégio que encontrei na casa da Irma. 



Voltando às minhas origens. 
"As aves que aqui gorgeian, não gorgeiam como lá" 
"Não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá." 




Não há como descrever a emoção que senti.
Um filme da minha juventude passou pela minha cabeça.
Lembrei-me principalmente da minha mãe- levantávamos cedinho para tirar leite antes de ir para a escola. 
Eram tempos difíceis, mas quatro anos depois eu já estava no Rio . Chequei ao Rio com 24 anos;  dois anos depois comprei um sítio em Petrópolis e trouxe toda a família. 
A vida nos conduz por caminhos inimagináveis.



Foi maravilhoso acordar com o canto das Siriemas e tratar os animais.




A energia que se sente num lugar como este é avassaladora.

Nicéas e Elói Forgierini. 
Este primo sabe viver. É um sábio. 

José Carlos com Elói. 

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